Publicado por: rakellaguiar em: outubro 19, 2009
Minha licença maternidade termina no dia 9 de novembro, mas em umas das instituições onde trabalho, poderei emendar minhas férias, o que pode não acontecer em outra faculdade onde também leciono… E eis que chega o dia que eu mais temia, o dia de deixar o Dante sob os cuidados de outra pessoa. Já falei por aqui que procurei por uma babá e até que encontrei alguém interessante, mas acabei não contratando… Agora o desafio será conciliar meus horários com o do meu marido e quando eu voltar a trabalhar pela manhã, deixá-lo com a avó ou com a minha tia. Vamos ver se vai dar certo…
O que tem me deixado mais angustiada é que terei que deixar leite materno ordenhado para o Dante beber na minha ausência. Introduzir leite, seja ele de fórmula ou não, principalmente em mamadeira em um bebê tão pequeno é perigoso uma vez que esse procedimento pode acelerar o desmame e amamentá-lo, exclusivamente no peito, até pelo menos os seis meses é imprescindível para o seu desenvolvimento.
Então terei vários desafios adiante: tirar o leite de forma correta (para evitar contaminação), ensinar o bebê a utilizar um copo de treinamento e deixá-lo com o pai. Ainda bem que o Dante e o Maykell estão se dando super bem. Aos finais de semana, deixo o menino o tempo todo com ele, para que o bebê saiba que existe outra pessoa que também cuida dele e que o ama tanto quanto eu. Dante abre o sorrisão quando vê o pai e adora as massagens que ganha toda bem que toma banho.
Agora, o que me dói é pensar em ficar tanto tempo (QUATRO HORAS) longe do Dante. Pense que são mais de três meses, literalmente, velando o Dante. O dia tooodo perto dele. Sábado fui a uma festa com ele e o menino dormiu por duas horas e meia seguidas, o que é muito para ele. Diariamente, ele tira sonecas de, no máximo, quarenta minutos. Acredita que eu fiquei com saudades dele no meu colo? E o dia que fui pintar o cabelo? Cheguei no salão às 9 horas e fui sair às 13 horas. Minha prima, que mora ao lado do salão, ficou com ele para mim e o levava sempre que ele apresentava fome. Nossa… na hora que terminou, eu peguei ele e abracei tanto, mas tanto… Ai ai ai. Agora eu sei o que significa o ditado: “Ser mãe é padecer no paraíso”.
outubro 20, 2009 às 4:00 pm
Calma Rakell. Logo vocês dois irão se acostumar também com a ausência um do outro. Afinal, é assim que tem que ser né!?
Tenho certeza que vai dar tdo certo!
Bjão pra vcs!!!!